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C-200 – proteção auditiva de qualidade e com preço acessível

Há muitos trabalhos que necessitam de EPIs auditivos devido a ruídos externos que têm níveis de pressão sonora que podem prejudicar a saúde auditiva, além de serem superiores às normas regulamentadoras. Por isso, os protetores auditivos são essenciais para qualquer tipo de trabalho que apresente esse tipo de cenário. 

 

São vários os tipos de protetores auriculares, variando o modelo de acordo com a especificidade e também o material com o qual são produzidos. 

 

A Camper EPI possui alguns modelos para a proteção contra ruídos, mas o melhor custo-benefício ainda é o modelo C-200, indicado para a proteção do sistema auditivo do usuário contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR 15, anexos I e II e norma ABNT NBR 16076 – método B – 2016. O material é de excelente qualidade, tem uma ótima durabilidade e com um valor bem acessível. 

 

Esse equipamento possui garantia de um ano e ainda tem a possibilidade de repor algumas peças, quando necessário, que são as partes que ficam em contato direto com a orelha, como espumas e materiais adjacentes. 

 

Descrição do C-200:

 

Constituído por dois abafadores, apresentando almofadas de vedação e espuma no seu interior. Possui uma haste em plástico rígido que mantém as conchas firmemente seladas contra a região das orelhas do usuário. 

 

Manutenção:

 

A manutenção deste produto são os cuidados que o usuário vai ter com o equipamento, orienta-se: manter limpo e higienizado regularmente, utilizando sabão neutro e água morna nas partes plásticas; guardar sempre o protetor auditivo em local fresco e seco, protegido da luz solar, umidade e contaminantes. 

 

A validade é de 6 meses após aberto o equipamento e esse prazo deve ser respeitado conforme validade descrita na embalagem. 

 

As peças de reposição devem ser substituídas antes do término da validade, por sofrerem influência do ambiente e da atividade de trabalho, mesmo sem atingir o limite de sua vida útil. E, caso apresente algum defeito, consulte o técnico de segurança e faça a substituição. 

 

Para saber mais sobre esse e outros EPIs, acesse nosso site e entre em contato conosco: http://www.camperepi.com.br

Talabarte: O que é? E para que serve?

Muitas pessoas já devem ter visto esse acessório algum dia, mas para quem não é de áreas que utilizam esse tipo de material, talvez nem saibam o que é e nem para que serve.

 

Sabe aqueles tradicionais cinturões usados para segurança de profissionais ligados, principalmente, à construção civil? O talabarte é um acessório que fica conectado ao cinturão, prendendo o trabalhador a um ponto de ancoragem para retenção de queda ou de posicionamento.

 

O principal objetivo desse dispositivo é travar a queda do usuário, podendo ter outras finalidades como: restringir uma queda, limitar sua área de movimentação e também auxiliar o usuário num trabalho posicionado.

 

Existem vários tipos de talabartes, específicos para cada atuação, como para:

 

Trabalhos Gerais

 

– Talabarte Simples: Serve para situações em que o usuário não precisa realizar escalada ou movimentação com troca do mosquetão de lugar. Este modelo contém apenas um ponto de ancoragem.

 

– Talabarte Duplo: Perfeito para usar quando precisa de movimentação e troca constante de posição dos mosquetões. Ele possui um ponto de conexão com o cinto e dois pontos de conexão para ancoragem.

 

Trabalho Posicionado

 

Talabarte de Posicionamento: Este modelo não é um equipamento para a retenção de queda. Mas serve como um sistema para posicionar o trabalhador. Por isso, é obrigatório que ele seja usado em conjunto com o Talabarte de retenção contra quedas ou trava quedas.

 

Riscos específicos

 

– Talabarte Antichama: Para trabalhos no qual o usuário realiza trabalho a quente, é necessário que a matéria-prima do equipamento seja específica para esse tipo de trabalho, tendo a resistência necessária para realizá-lo.

 

– Talabarte Dielétrico: Em atividades no qual o usuário trabalha em local energizado, é necessário que o modelo do talabarte tenha a aplicação e capacidade de proteção dielétrica, para que não seja condutor de eletricidade.

 

– Talabarte Dielétrico e Antichama: Para funções onde o usuário realiza em local energizado, a quente ou até mesmo risco de arco elétrico, o modelo de talabarte precisa ter a aplicação tanto dielétrica quanto antichama, pois para esses modelos, além das partes metálicas serem recobertas ou composta de outro material que não conduza a energia elétrica, as fitas também precisam ter um material diferenciado para a proteção antichama.

 

E mesmo com tamanha importância desse acessório, o talabarte não é mais considerado um Equipamento de Proteção Individual. Por esse motivo, nos últimos anos, não é possível encontrar mais o CA (Certificado de Aprovação) neste tipo de produto. De acordo com o Ministério do Trabalho, desde 2015 foi terminantemente proibida a emissão isolada do CA para este dispositivo.

 

Por isso, para que esteja de acordo com as normas de segurança do Ministério do Trabalho, o talabarte só pode ser utilizado se for do mesmo fabricante do cinto de segurança.

 

A Camper EPI comercializa esse tipo de equipamento. Acesse o site e conheça todos os modelos: http://www.camperepi.com.br/

Suporte Universal + Lente

Indicado para a proteção da face dos usuários.

Como garantir o uso efetivo dos EPIs?

A segurança no trabalho é imprescindível, principalmente em algumas áreas de atuação que possuem grandes riscos como: construção civil, área médica, policiais, militares, bombeiros, eletricistas de alta tensão, etc. Por isso, é necessário investir em EPIs adequados e em programas relacionados à segurança do trabalho como o SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho) para garantir o bem-estar dos trabalhadores dessas áreas.

Mas, não basta só a utilização dos EPIs, é necessário usá-los de forma correta e ficar atento às informações relacionadas a esses equipamentos para que seu uso seja realmente efetivo.

Para isso, há algumas dicas que podem ajudar:

– Utilizar os EPIs com CA (Certificado de Aprovação)

É ele que atesta a qualidade do EPI, além de comprovar que passou por todos os testes requisitados pela Norma Regulamentadora (NR) e está em perfeitas condições de uso. Esse documento refere-se ao processo que permite ao EPI ser fabricado e comercializado e é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE);

– Usar EPIs do tamanho ideal

Alguns dos erros mais comuns cometidos na hora de usar os equipamentos é não verificar o tamanho adequado. No caso das luvas, por exemplo, é fundamental que sirvam de acordo, pois se elas se soltarem e o colaborador estiver trabalhando com máquinas, pode acontecer um acidente grave. Os EPIs apertados também podem ser um mal negócio, pois podem causar desconforto ao usuário e até problemas de circulação;

– Conhecer os riscos do local de trabalho

O empregador deve fornecer todas as informações necessárias sobre os principais riscos das operações de sua empresa, de preferência documentados por um técnico de segurança, para que os colaboradores estejam cientes e tenham orientações assertivas sobre os EPIs necessários;

– Ficar alerta quanto a validade dos EPIs

Todos os EPIs possuem prazo de validade e não é recomendado utilizar equipamentos vencidos, pelos riscos que podem acarretar. Sobre o CA, é possível utilizar com a data vencida, desde que sejam refeitos os testes necessários e documentado legalmente;

– Não usar EPIs nas pausas entre as operações de trabalho

Atenção! Não se deve jamais tirar os EPIs em um ambiente de trabalho onde haja risco, mesmo que o profissional não esteja atuando, outros funcionários estarão e, por isso, é essencial que os equipamentos só sejam retirados fora do ambiente de trabalho, para evitar acidentes.

Os EPIs são de extrema importância para a proteção e bem-estar de várias profissões, para que não coloque em risco a vida desses trabalhadores.

Seus colaboradores merecem essa segurança. Acesse nosso site e encontre um representante perto de você. http://www.camperepi.com.br

Normas Regulamentadoras: segurança em primeiro lugar

Há mais de 40 anos, o Brasil era apontado mundialmente como o país onde mais havia mortes por acidentes de trabalho. E nessa mesma época foram criadas as primeiras 28 Normas Regulamentadoras.

 

As NRs são um conjunto de regras e instruções, relacionadas à segurança do trabalho, estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego para proteger os funcionários durante o expediente de trabalho. Elas  devem ser aplicadas por todas as empresas do Brasil e foram oficializadas pela Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, revolucionando o Sistema de Segurança do Trabalho.

 

Quando as empresas fazem uso dessas normas, elas contribuem para a diminuição dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais. Além disso, mostram a preocupação dos gestores com seus funcionários, garantindo a integridade deles e criando ambientes mais seguros para exercerem o seu ofício.

 

Hoje existem 36 NRs que são relacionadas a equipamentos de segurança, rotulagem de produtos, sinalizações obrigatórias, treinamentos, tipo de armazenamento adequado de materiais e outras normas relativas à segurança no trabalho.

Principais benefícios das NRs

A partir do momento em que as empresas entendem a importância de seguir com práticas saudáveis e seguras em relação aos seus colaboradores, surgem inúmeros benefícios como:

– Redução do afastamento de colaboradores e de pagamento de licenças-médicas;

–  Menos chance de multas decorrentes da fiscalização do Ministério do Trabalho;

– Reconhecimento desse cuidado por parte dos funcionários, melhorando a relação profissional e consequentemente alavancando os resultados operacionais;

– Saúde, segurança e bem-estar de todos.  

 

As Normas também colaboram com princípios previstos na Constituição Federal, como o de preservação da vida e valorização da dignidade das pessoas. Elas também cumprem as condições básicas do Sistema de Segurança do Trabalho referentes à exposição aos agentes físicos, químicos e biológicos nos ambientes de trabalho.

 

A segurança dos trabalhadores deve estar sempre em primeiro lugar, e, por isso, a proteção ideal é muito importante. Hoje em dia, com os EPIs, como os da Camper EPI, essa proteção fica muito mais fácil de acontecer. Mas é importante ter seu uso correto, para que o resultado seja o melhor possível, garantindo a segurança e bem-estar de todos aqueles que exercem uma função de risco.

 

Ofereça aos seus funcionários EPIs que possuem certificações e durabilidade. Acesse nosso site e encontre um representante perto de você. http://www.camperepi.com.br

A importância da Validade do EPI e do CA

Fazer uso dos equipamentos de segurança do trabalho é imprescindível. Mas, eles precisam estar em plenas condições para que funcionem efetivamente. E para avaliar isso, existem dois conceitos específicos: a validade da Certificação de Aprovação do EPI e a validade do equipamento de proteção em si.

 

Que a segurança do trabalho hoje em dia é fundamental todo mundo já sabe, mas é importante ficar atento a esses dois temas relacionados às condições dos equipamentos.

Diferenças entre a validade do CA X EPI

De acordo com a Nota Técnica 146/2015, publicada oficialmente em 20 de Julho de 2015, ela esclarece a diferença entre o que é validade de um EPI e do CA.

 

O Certificado de aprovação (CA), por exemplo, é de extrema importância para atestar a qualidade do EPI, além de comprovar que passou por todos os testes requisitados pela Norma Regulamentadora (NR) e está em perfeitas condições de uso, garantia e segurança do trabalhador. Esse documento refere-se ao processo que permite ao EPI ser fabricado e comercializado. Onde sua emissão é feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), depois de ser analisado os laudos que confirmam todas as características do equipamento e os resultados dos testes, que são realizados por laboratórios credenciados.

 

Existe um prazo de validade desta certificação, que está relacionada à possibilidade de venda dentro do território nacional. Quer dizer que, os EPIs que estão de acordo com essa data limite, podem ser comercializados no Brasil.

 

Já a validade de um EPI, diz respeito ao material de que este EPI é constituído, como por exemplo: os polímeros utilizados em peças plásticas (Capacetes/Protetores Auditivos/Cintos de Segurança).

 

Essa validade do equipamento serve como um prazo para demonstrar qual o tempo em que o equipamento está apto para o uso de forma segura, preservando todas as suas qualidades.

 

O prazo não é padronizado e é estipulado pelo próprio fabricante, conforme o tipo de equipamento, sua empregabilidade e os testes realizados para definir sua vida útil.

 

Fique atento!

Embora o EPI com Certificado vencido possa ser utilizado, desde que, na ocasião de sua aquisição, ele tenha seu Certificado de Aprovação válido, ele deve ter o material, do qual é constituído, válido. O parágrafo 16 da Nota Técnica 146/2015 MTPS, informa que o EPI com Certificado Vencido, não poderá ser fabricado ou comercializado.

 

É primordial saber a diferença entre validade do EPI x CA, mas também é necessário seguir esses prazos para garantir a integridade física dos trabalhadores e cumprir as NRs sobre essa questão, conservando a regulamentação da empresa e a segurança de todos.

TRAVA QUEDAS 3201

Trava Quedas de Segurança para cabo de aço 8mm
• Dispositivo trava quedas corpo em aço carbono;
• Conector em aço, fechamento com rosca Classe B;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista

Normas ABNT/NBR 14627 – 2010 / 15837 – 2020

TRAVA QUEDAS 3101

Trava Quedas de Segurança em aço inox para corda de 12mm
• Dispositivo trava quedas corpo em aço inox;
• Extensor em corda de 14mm com 280mm de comprimento;
• Duplo fechamento do corpo;
• Alavanca de posicionamento;
• 01 conector Classe T em aço e abertura de 18mm;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista.

Normas ABNT/NBR 14627 – 2010 / 15837 – 2020

MOSQUETÃO 5101

Mosquetão oval em aço com fechamento de rosca 23KN

Normas ABNT/NBR 15837 – 2020

TALABARTE 2301

Talabarte de posicionamento.
• 01 regulador de corda em aço inox;
• 01 conector em aço e fechamento com rosca Classe B;
• 01 conector classe T em aço, com abertura de 18mm;
• Confeccionado em corda de poliamida de 14mm;
• Protetor de corda;
• Utilizado em conjunto com cinturão paraquedista abdominal.
Tamanho: 1,35m
Cor: Vermelho

Normas ABNT/NBR 15834 – 2020 / 15837 – 2020

TALABARTE 2201

Talabarte de Segurança em fita simples.
• 01 conector Classe A em aço com abertura de 55mm;
• 01 absorvedor de energia com conector classe T em aço e abertura de 18mm;
• Confeccionado em material sintético poliéster;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista.
Tamanho: 1,35m
Cor: Vermelho

Normas ABNT/NBR 15834 – 2020 / 15837 – 2020

TALABARTE 2103

Talabarte de Segurança Modelo Y em fita.
• 02 conectores classe A em duralumínio com abertura de 110mm;
• 01 absorvedor de energia com conector Classe T em aço e abertura de 18mm;
• Confeccionado em material sintético poliéster;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista.
Tamanho: 1,35m
Cor: Vermelho

Normas ABNT/NBR 15834 – 2020 / 15837 – 2020

TALABARTE 2102

Talabarte de Segurança Modelo Y em fita tubular.
• 02 conectores Classe A em aço com abertura de 55mm;
• 01 absorvedor de energia com conector Classe T em aço e
abertura de 18mm;
• Confeccionado em material sintético poliéster e elástico;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista.
Tamanho: 1,35m
Cor: Vermelho

Normas ABNT/NBR 15834 – 2020 / 15837 – 2020

TALABARTE 2101

Talabarte de Segurança Modelo Y em fita.
• 02 conectores classe A em aço com abertura de 55mm;
• 01 absorvedor de energia com conector Classe T em aço com abertura de 18mm;
• Confeccionado em material sintético poliéster;
• Utilizado em conjunto com cinturões paraquedista.
Tamanho: 1,35m
Cor: Vermelho

Normas ABNT/NBR 15834 – 2020 / 15837 – 2020